Antes do Instituto Angelim ser fundado, suas idealizadoras, Mirlene Simões e Fabiola Notari, já atuaram de maneira ativa em projetos de educação integrada, questões de gênero e propostas interdisciplinares. Apresentamos abaixo, dois dos projetos que são considerados sementes do que, anos depois, se tornaria a grande árvore Angelim.

intersecção CAETANO_DE_CAMPOS
 

Em 2015, a Escola Estadual Caetano de Campos localizada no bairro da Aclimação em São Paulo/SP, aderiu ao movimento estudantil de ocupação em protesto contra um projeto de reestruturação da rede estadual, que incluia o fechamento de 93 escolas e afetaria outras 1.464.

Foi nesse período que os alunos secundaristas receberam o apoio da população, artistas, professores e universitário que promoveram palestras e debates.

Ao ter contato com o movimento, Kamyla Borges e Mirlene Simões criaram o projeto ‘Fotografia e Direitos Humanos’. Seu resultado, este fotolivro.

Grupo de Pesquisa

Processos de construção de realidades: Direitos Humanos, Arte e Memória

 

A investigação centrava-se na descoberta e explicitação de múltiplas realidades que se acham fluidas na representação fotográfica ou que dela emanam, com o objetivo de trazer alguma reflexão para a compreensão dos mecanismos internos – sociológicos, antropológicos, históricos e artísticos – que regem a produção e recepção das imagens.

O grupo existiu de 2016 a 2018.